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  Olhão - Outras Freguesias do concelho

O Concelho de Olhão foi alvo de sucessivas ocupações ao longo dos tempos, possuindo por isso inúmeras riquezas arqueológicas que, estando espalhadas pelas suas freguesias, representam vários estilos arquitectónicos e artísticos.

Freguesia de Pechão

Pechão é a segunda freguesia mais antiga do concelho de Olhão logo a seguir a Moncarapacho. Os seus habitantes dedicam-se a diversas actividades como a agricultura e a pesca, prevalecendo esta primeira, praticada maioritariamente com recurso às estufas.

Torrejão Velho

Construído em meados do séc. XIX, trata-se de um antigo balneário romano, no qual se recolheram diversos objectos, entre os quais antigos mosaicos.

Necrópole de Bela Mandil

Remontando ao séc. I a.C., esta necrópole é uma das provas as ocupação romana da região, tendo nela sido recolhidos diversos objectos cerâmicos, entre outros.

Igreja Paroquial de São Bartolomeu

Construída no séc. XVIII, situa-se no ponto mais alto desta localidade. Na sua envolvente poderá visitar a Capela dos Ossos.

Freguesia de Quelfes

A freguesia de Quelfes data, segundo alguns historiadores, do ano de 1614. Quelfes terá desempenhado um papel muito importante no combate aos invasores franceses.

Quinta de Marim

Foram aí descobertos vários tanques de salga de peixe, que remontam ao séc. III d.C.

Ponte Romana de Quelfes


Ponte de origem romana, constituída por um só arco de volta perfeita. É considerada imóvel de interesse público.

Igreja Matriz de Quelfes

Igreja singela que conjuga elementos de estilo gótico e renascentista.

Freguesia de Moncarapacho

Moncarapacho conta já com cinco séculos de existência sendo a freguesia mais antiga do concelho de Olhão. Está localizada na zona do barrocal algarvio e caracteriza-se pelas suas hortas e pomares de figueiras e amendoeiras.

Necrópole do Serro do Argil e Necrópole de Canada de Bias

Aí foram encontradas sepulturas que datam da época do bronze.

Igreja Matriz de Moncarapacho

Datada do séc. XV, este templo foi edificado em honra de Nossa Senhora da Graça pelos habitantes de Moncarapacho. Nela se podem observar elementos romano-góticos, medievais e renascentistas, com destaque para o seu portal principal.

Capela do Espírito Santo

À semelhança de outros monumentos, esta caracteriza, com a sua arquitectura, as origens do povo que a ergueu. A sua singela e bonita fachada é como que uma alusão à simplicidade dessas gentes mas também à sua riqueza interior. A sua arquitectura simples e barroca é enriquecida por azulejos coloridos do séc. XVII e diversas pinturas. Na capela principal encontra-se um retábulo que representa a Paixão de Cristo.

Igreja da Misericórdia de Moncarapacho

No seu interior destacam-se seis telas dos finais do séc. XVI que representam cenas da vida de Jesus Cristo.

Ermida de São Miguel

Ermida de arquitectura simples, encontrando-se situada num ponto privilegiado para a observação do espaço envolvente.

Museu Paroquial de Moncarapacho

Museu anexo à Capela do Espírito Santo. Este alberga muitas obras de arte, destacando-se o presépio do séc. XVIII, composto por 45 peças.

Cerro do Cabeço

Local onde se pede ao visitante para dedicar algum tempo à maravilhosa natureza que o circunda.
Este local constitui um excelente ponto de observação sobre o espaço envolvente, sendo ainda possível partir à descoberta da espeleologia devido às grutas aí existentes.

Freguesia da Fuseta

Segundo os relatos mais antigos, datados de 1572, Fuseta era conhecida como "Foseta" (diminutivo de Foz), tendo o nome origem no facto de ali desaguar um pequeno ribeiro. É uma vila tipicamente piscatória com grande ligação ao mar.

Igreja Paroquial da Fuseta

Ao falarmos desta Igreja não podemos deixar de referir a lenda à qual está ligada, a Lenda de Nossa Senhora do Carmo. Reza a lenda que numa noite de tormenta em que os pescadores haviam saído para o mar, suas mulheres resolveram fazer uma fogueira no adro da igreja, que por ser o ponto mais alto da povoação iria permitir que estes mesmo ao longe avistassem a luz e assim pudessem encontrar o caminho rumo a terra. E assim foi, mas, segundo os relatos dos pescadores durante todo o caminho, o clarão da fogueira seria uma imagem de Nossa Senhora do Carmo.


Igreja de Nossa Senhora da Soledade

Construída no séc. XVIII, destaca-se no seu interior a imagem de Santa Luzia (séc. XIX).


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